Quarta-feira, 23 de setembro de 2020 - Líder do Sul >> Notícias
26/10/2010 10:11

O rápido avanço do cultivo se deve às condições climáticas favoráveis criadas pela La Niña. Se no Centro-Oeste o fenômeno tem atrasado o plantio das safras de soja e milho, no Rio Grande do Sul o tempo seco cria uma situação bastante favorável ao arroz.

O plantio de arroz avança a passos largos no Rio Grande do Sul. Em apenas uma semana, o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) identificou que a semeadura aumentou 21 pontos percentuais e cobriu 54% da área total que já recebe as sementes neste ciclo 2010/11. No mesmo período de 2009, 32% da área de arroz no Estado havia sido plantada.

22/10/2010 10:01

Incentivos do Governo do Estado do Rio Grande do Sul em manejo e tecnologia de plantio e possibilitaram que o estado mantivesse a liderança nacional na produção do arroz em casca. Segundo estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira (20), o Estado destaca-se com 63,1% do total produzido no ano passado, com 12,65 milhões de toneladas. Os 20 maiores municípios produtores do grão são gaúchos. O resultado representa, ainda, um crescimento de 8,7% em relação a 2008.

18/10/2010 09:18

De acordo com as expectativas do Instituto, o fenômeno La Niña favorece a semeadura, o que indica uma maior produtividade para a safra 2010/11

A semeadura de arroz no Estado avançou para 33% da área cultivada. Segundo o levantamento do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) mais de 375 mil, dos 1.127.922 hectares que deverão ser semeados, já estão cultivados. Os produtores nesse período devem se dedicar ao processo de cultivo para que concluam o plantio até a primeira quinzena de novembro.

04/10/2010 09:48

O plantio do arroz no Estado iniciou e cerca de 5,52% da área está semeada. De acordo com o levantamento do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), mais de 62 mil dos 1.127.922 milhão de hectares estão cultivados. O clima favorável e a adoção de tecnologia são apontados como fatores determinantes para a intensificação da semeadura no período correto, que se estende até a primeira quinzena de novembro.

A cada safra uma quantidade maior de arrozeiros se adapta as técnicas de manejo preconizadas pelo Irga, o que garante bons resultados. De acordo com as expectativas do Instituto, o La Niña favorece a semeadura, o que indica uma maior produtividade para a safra 2010/11.

04/10/2010 09:47

O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou, nesta quinta-feira, 30 de setembro, a ampliação do prazo para contratação da linha de crédito emergencial destinada aos produtores de arroz do Rio Grande do Sul. A partir da decisão, a data limite para acessar o financiamento passa de 30 de setembro para 20 de dezembro deste ano.

A medida possibilita a contratação de crédito por maior número de agricultores para recuperação da capacidade produtiva da área danificada pelas enchentes, trombas d’água e enxurradas, ocorridas entre novembro de 2009 e março deste ano. O limite máximo de financiamento por beneficiário é de R$ 600 mil e os juros são diferenciados, de 5,75% ao ano, conforme a Resolução Nº 3.873.

29/09/2010 11:24

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) comemorou a publicação do Diário Oficial do Estado desta terça-feira (28/09) do decreto que determina a elevação do crédito presumido de 3% para 3,5% com operações envolvendo a comercialização e o beneficiamento do arroz. Segundo o presidente da Federarroz, Renato Rocha, essa medida já havia sido anunciada pela governadora gaúcha Yeda Crusius no último dia 3 de setembro, durante a abertura oficial da Expointer, após reunião com a entidade e direção da SEFAZ.

21/09/2010 16:04

Na Fronteira Oeste, entre os municípios de Uruguaiana e Barra do Quaraí, 95% das lavouras já estão prontas para a semeadura, esperando apenas melhores condições de umidade do solo para iniciar o plantio

Na semana, de maneira geral, os produtores gaúchos continuaram os preparativos para a implantação das lavouras de arroz, realizando práticas necessárias ao início da semeadura. Também, neste período, as fortes precipitações em algumas áreas da Zona Sul e Central do Estado prejudicaram e paralisaram os trabalhos de sistematização dos quadros.

15/09/2010 08:41

A primeira quinzena do mês de setembro foi cheia de novidades para o mercado do arroz. Nem todas positivas. Houve a liberação de inesperado EGF para quitação de custeio de safra e dos próprios EGFs contratados para comercialização no primeiro semestre, o que retira a pressão de venda para a quitação das parcelas a vencer a partir deste mês do financiamento da lavoura, mas empurra um volume significativo para o final da entressafra que antecede uma colheita cheia, segundo os especialistas.

Além disso, a Conab está indicando ligeira diminuição nos números finais da colheita 2009/10 e queda de 650 mil toneladas de consumo interno. Para a próxima safra, estima-se que o Rio Grande do Sul vá aumentar sua área em 13%, em razão das boas condições das reservas de água, clima favorável e tendência de compensação das perdas por variáveis climáticas no ciclo passado.

A alta dos preços no mercado internacional, em razão de perdas climáticas confirmadas no último relatório da USDA, que poderia refletir de maneira mais significativa no mercado interno, vem sendo neutralizada pela valorização do Real perante o Dólar. Ainda assim, o setor acredita em uma exportação maior do que os indicativos oficiais, de 350 mil toneladas, volume já alcançado nos embarques de setembro, segundo analistas. A

USDA informa que a produção mundial deve cair 4 milhões de toneladas em comparação ao seu levantamento publicado em agosto, e o mercado internacional, 750 mil toneladas, aproximadamente. Em meio a toda essa conjuntura, o arrozeiro, principalmente o gaúcho, tenta segurar o produto a espera de uma valorização que não vem, com os preços espremidos entre os valores que a indústria está disposta a pagar pela matéria prima, sob enorme pressão por concessões de preços ao varejo e atacado e a equivalência de importação.

Diante desse cenário, o Indicador do Arroz Cepea-Bolsa Brasileira de Mercadorias/BVM&F aponta preço médio de R$ 26,50 para a saca de arroz de 50 quilos, em casca, com 58% de grãos inteiros, no Rio Grande do Sul, nesta terça-feira (14/9), acumulando perda de 1,2%. Essa desvalorização está mais concentrada a partir da semana atual, em razão do feriadão de 7 de setembro. A próxima semana também será mais curta para a comercialização por causa do feriadão de 20 de setembro (Dia do Gaúcho), feriado estadual no Rio Grande do Sul.

Em dólar, pela cotação desta terça-feira, a saca de 50 quilos do arroz gaúcho com as especificações já citadas, alcançou US$ 15,52, com valorização de 1,63% em setembro. Na semana, a média de preços da saca no RS ficou em R$ 26,62, com queda de 0,67% sobre a semana anterior. Em dólar o valor foi praticamente estável: US$ 15,56, com aumento de 0,06%. No mercado livre gaúcho os preços variam entre R$ 26,00 e R$ 26,50 na maior parte das regiões. Nos pólos industriais, como Pelotas, Camaquã, Itaqui e Uruguaiana, a saca tem média entre R$ 26,75 e R$ 27,00.

ESTADOS

Valorização real apenas nos preços do Centro-Oeste, com destaque para o Mato Grosso, onde uma saca de arroz padrão Cambará (55% acima), é cotado, em média, a R$ 36,00/37,00. A oferta é pequena na mão dos produtores, em razão de mais de 70% do produto ter sido transferido para a indústria nos 90 primeiros dias após a safra por déficit de capacidade de armazenagem nas regiões produtoras. Em Mato Grosso, produtores consultados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), seguem com as vendas do casca bastante retraídas, na expectativa de mercado firme até o início da próxima colheita, entre dezembro e janeiro. A indústria, de maneira cautelosa, tem concedido altas à saca do arroz em casca. De modo geral, agentes da indústria alegam dificuldade na venda do fardo para outros estados. Para o arroz de 53 a 55 grãos inteiros, cultivar Cambará e Primavera, os preços no estado estiveram entre R$ 35,00 e 36,00/saca de 60 kg em agosto.

Em Santa Catarina os valores vêm em declínio, sob forte influência do mercado gaúcho, com cotações média entre R$ 27,00 e R$ 28,00. Como a produção está praticamente ajustada à capacidade de beneficiamento de sua indústria, o Estado tem um mercado muito mais regulado do que o gaúcho, que tem fortes excedentes e ainda enfrenta a disputa com o Mercosul, com vantagens tributárias importantes para os países vizinhos na importação por estados centrais brasileiros.

CONSUMIDOR

Ao consumidor, o preço médio do arroz vem caindo, segundo o Dieese, em sua pesquisa mensal. Em agosto, houve queda em 12, das 17 capitais brasileiras pesquisadas. Em Brasília o valor chegou a ser reduzido em 8,37%, 5,1% em Aracajú e 3,93% em Vitória. Mas, em cinco regiões houve aumento: o maior deles em Salvador (2,17%).

SAFRA

O décimo segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para a safra brasileira 2009/10 de arroz indicou uma queda de 10,7% na produção, para 11,260 milhões de toneladas. No ciclo 2008/09, foram colhidos 12,602 milhões de toneladas. No décimo primeiro levantamento, eram projetadas 11,236 milhões de toneladas. Ainda segundo a Conab, o Brasil plantou 2,764 milhões de hectares e obteve produtividade de 4,073 mil quilos por hectare, inferior em 6% ao ciclo anterior.

O Rio Grande do Sul, principal estado produtor, totalizou uma safra de 6,920 milhões de toneladas, equivalendo a um recuo de 12,5%, com rendimento esperado de 6.410 quilos por hectare.

PREÇOS

A Corretora Mercado, de Porto Alegre (RS), indica o arroz beneficiado em sacas de 60 quilos comercializado a R$ 55,00 (sem ICMS), com alta de R$ 0,40 na semana. Para a saca de 50 quilos de arroz em casca, a empresa aponta a média gaúcha em R$ 26,00, queda de 50 centavos. Entre os derivados os preços se mantêm: canjicão superior (60kg) e a tonelada de farelo de arroz em R$ 230,00 - CIF/Arroio Grande (RS). A quirera teve ligeira alta e passou de R$ 20,00 para R$ 21,50 a saca.

Fonte: Planeta Arroz

Preços caem 1,2% na primeira quinzena de setembro
08/09/2010 10:23

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento estendeu até 1º de fevereiro de 2011 o prazo para que as empresas embaladoras de arroz adaptem o rótulo da embalagem ao novo padrão oficial. A determinação está prevista na Instrução Normativa nº 6, de fevereiro de 2009, que alterou as regras de classificação do produto. Com a mudança, a forma de identificar o subgrupo, a classe e o tipo do arroz deve estar de acordo com o estabelecido na norma.

08/09/2010 10:22

No Rio Grande do Sul, maior estado produtor, é estimado um aumento de 22% no volume produzido e 10% no número de hectares. O clima atual e a água disponível no estado são as molas propulsoras para a elevação

Os rizicultores brasileiros apostam na recuperação do setor e ampliam a área de cultivo de arroz para a temporada 2010/2011. A produção nacional, de acordo com levantamento da Safras & Mercado, deve avançar 13%. No Rio Grande do Sul, maior estado produtor, é estimado um aumento de 22% no volume produzido e 10% no número de hectares. O clima atual e a água disponível no estado são as molas propulsoras para a elevação. "É uma tendência de recuperação em relação às perdas devido ao clima em 2009", afirma Élcio Bento, analista de mercado da Safras.

61 notícias - exibindo 11 a 10
©2009 - Líder do Sul Alimentos Ltda. BR 471 s/n km 161 - Distrito Industrial
Rio Pardo / RS / Brasil - CEP: 96640-000 - Fone: (51) 3731-2100
Desenvolvido por Oxigênnio Soluções em T.I.